Paulo Freire: Educar para Esperançar.

A



palavra educar origina-se do latin ec-ducere que siginifica eduzir. No alemão, corresponde á palavra erziehen, formada por ziehen, que significa puxar, arrancar; e pelo prefixo er que denota um movimento completo para fora. Logo, educar é trazer para fora, é extrair de uma pessoa algo que a torne transfromada. É, de certo, tambem, uma ação interativa e dialética realizada entre as pessoas que atuam na sociedade e nela estão imersas. Bem assim, educação é o processo que renova uma pessoa, extraindo-lhe ou libertando-lhes suas potencialidades criadoras. Ou como diria Paulo Freire em Pedagogia do Oprimido:"Os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo".







sexta-feira, 16 de julho de 2010

Tecnologia e Educação: Novos tempos, Outros Rumos

A tecnologia na Educação requer um olhar mais abrangente, envolvendo novas formas de ensinar e de aprender condizendo com o paradigma da sociedade do conhecimento, o qual se caracteriza pelos princípios da diversidade, da integração e da complexidade.
O compromisso com as questões educacionais tem sido ampliado, através das várias formas de organização, incluindo aquelas que fazem uso da tecnologia para superar os limites de espaços e tempos, de modo a propiciar que as pessoas de diferentes idades, classes sociais e regiões tenham acesso à informação e possam vivenciar diversas maneiras de representar o conhecimento.
Esta amplitude de possibilidades- quando pautada em princípios que privilegiam a construção do conhecimento, o aprendizado significativo, interdisciplinar e integrador do pensamento racional, estético, e ético e humanista requer dos profissionais novas competências e atitudes para desenvolver uma pedagogia relacional: isto implica criar e recriar estratégias e situações de aprendizagem que possam torna-se significativa para o aprendiz, sem perder de vista o foco da intencionalidade educacional.
Por outro lado, não se pode deixar de conhecer e de tratar as questões específicas destas possibilidades e suas inter-relações. Este nível de compreensão é que dá mobilidade para o profissional lidar com o inusitado de forma criativa, reflexiva, crítica e construtiva, rompendo com isso a aplicação de soluções prontas ou práticas padronizadas.
Tais soluções e práticas não encontram eco no paradigma atual, no qual se torna evidente a necessidade de integração entre a gestão administrativa e gestão da sala de aula, dos recursos tecnológicos e das áreas de conhecimento. O pensamento- ação exigido precisa considerar o movimento e a articulação entre o individual e coletivo, parte e todo, processo e produto, teoria e prática, ensino e aprendizagem.
O foco desta série de cinco programas, que será apresentado no programa SALTO PARA O FUTURO/TV ESCOLA de 23 a 27 de setembro, é retratar a abrangência do uso da tecnologia no âmbito da educação, considerando a diversidade de formas de aprender e de ensinar. Ao mesmo tempo, cada programa dará ênfase nas questões particulares constituintes do seu universo, visando com isto propiciar aos participantes momentos de indagação e de aprofundamento acerca dos temas abordados.
Veja mais:

Nenhum comentário:

Postar um comentário